DIABETES TIPO 1 (DM1)


O Diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é uma doença autoimunie, decorrente da destruição das células beta do pâncreas, ocasionando deficiência completa na produção de insulina. Corresponde a 5 a 10% de todos os casos de Diabetes mellitus (DM).

É mais frequente em crianças, adolescentes e em alguns casos em adultos jovens, afetando igualmente homens e mulheres. Subdivide-se em DM tipo 1A e DM tipo 1B.

O quadro clínico, em ambos os tipos, mais característico é de um início relativamente rápido (alguns dias até poucos meses) de sintomas como:

  • urinar muitas vezes ao dia e até a noite;
  • perda de peso abrupta;
  • muita sede;
  • urinar muitas vezes ao dia e até a noite;
  • fome e cansaço excessivo.
Se o tratamento não for realizado rapidamente, os sintomas podem evoluir para desidratação severa, sonolência, vômitos, dificuldades respiratórias e coma. Esse quadro mais grave é conhecido como Cetoacidose Diabética e necessita de internação para tratamento.

O tratamento se dá exclusivamente pela administração de insulina.

Diabetes tipo 1A


Forma mais frequente de DM1 , confirmada pela positividade de um ou mais autoanticorpos (anticorpos produzidos pelo próprio organismo). Embora seu desenvolvimento ainda não seja totalmente conhecido, envolve além da predisposição genética, fatores ambientais que desencadeiam a produção desses autoanticorpos.

Entre os principais fatores ambientais associadas ao DM1 estão infecções virais, componentes dietéticos e certas composições da microbiota intestinal.

Os autoanticorpos podem preceder a elevação da glicose (hiperglicemia) por meses ou anos, durante um estágio pré-diabético. Quanto maior o número de autoanticorpos presentes e mais elevados seus títulos, maior a chance de o indivíduo desenvolver a doença.

Diabetes tipo 1B


Essa denominação se dá aos casos de DM1 nos quais os anticorpos não são detectados no sangue. Pode ser chamado também de idiopático.

DIABETES TIPO 1 (DM1)


O Diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é uma doença autoimunie, decorrente da destruição das células beta do pâncreas, ocasionando deficiência completa na produção de insulina. Corresponde a 5 a 10% de todos os casos de Diabetes mellitus (DM).

É mais frequente em crianças, adolescentes e em alguns casos em adultos jovens, afetando igualmente homens e mulheres. Subdivide-se em DM tipo 1A e DM tipo 1B.

O quadro clínico, em ambos os tipos, mais característico é de um início relativamente rápido (alguns dias até poucos meses) de sintomas como:

  • urinar muitas vezes ao dia e até a noite;
  • perda de peso abrupta;
  • muita sede;
  • urinar muitas vezes ao dia e até a noite;
  • fome e cansaço excessivo.
Se o tratamento não for realizado rapidamente, os sintomas podem evoluir para desidratação severa, sonolência, vômitos, dificuldades respiratórias e coma. Esse quadro mais grave é conhecido como Cetoacidose Diabética e necessita de internação para tratamento.

O tratamento se dá exclusivamente pela administração de insulina.

Diabetes tipo 1A


Forma mais frequente de DM1 , confirmada pela positividade de um ou mais autoanticorpos (anticorpos produzidos pelo próprio organismo). Embora seu desenvolvimento ainda não seja totalmente conhecido, envolve além da predisposição genética, fatores ambientais que desencadeiam a produção desses autoanticorpos.

Entre os principais fatores ambientais associadas ao DM1 estão infecções virais, componentes dietéticos e certas composições da microbiota intestinal.

Os autoanticorpos podem preceder a elevação da glicose (hiperglicemia) por meses ou anos, durante um estágio pré-diabético. Quanto maior o número de autoanticorpos presentes e mais elevados seus títulos, maior a chance de o indivíduo desenvolver a doença.

Diabetes tipo 1B


Essa denominação se dá aos casos de DM1 nos quais os anticorpos não são detectados no sangue. Pode ser chamado também de idiopático.
 

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